Mostrando postagens com marcador Anna de Cássia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anna de Cássia. Mostrar todas as postagens

1 de mai. de 2013

No Divã: Primeira vez


Não estou mentindo quando digo que em pleno século XXI o sexo ainda é um tabu. Mesmo com ele sendo abordado como algo normal nas novelas, com as músicas de apologia sexual e com as fotos de mulheres peladas sendo mostradas sem censura, quando uma menina diz que não é virgem a sociedade passa a olhá-la de outro modo. Rótulos passam a ser inevitáveis. Tudo isso acaba gerando muita insegurança na garota em relação a sua primeira vez.
Não só a religião como também toda a sociedade nos diz que o correto é casar virgem, e então crescemos em torno de milhões de expectativas. Nossos pais esperam isso de nós. E sabemos que se fizermos o contrário seremos julgadas por tudo e todos – até mesmo aqueles que também já fizeram sexo antes do casamento. Mas o fato é que você não deve se importar com nada disto. Não é a sua mãe, o padre da sua igreja ou suas vizinhas fofoqueiras quem deve dizer quando você deve perder a virgindade. É o seu corpo. Mais que isso, é o seu coração.
Acredito que não existe uma “idade certa” para ter a primeira vez, porém, é necessário ter muita maturidade. Sexo é complicado, de verdade. Ele complica a vida, o relacionamento, a cabeça da gente. Eu também achava que não e tive que aprender isso vivendo. Você precisa estar pronta emocionalmente para dar este grande passo. Já pensou em tudo o que vai mudar? Isso é uma daquelas coisas na vida em que não podemos voltar atrás, não podemos nos arrepender. Só se perde a virgindade uma vez. Fazer sexo é deixar sua menina ir embora e abrir as portas para a sua mulher. Você precisa estar pronta para isso.
Pare e pense. Se depois que vocês transarem ele terminar com você, você vai se arrepender de ter feito? Se a resposta for sim então eu te asseguro que ainda não chegou o seu momento certo. Você precisa fazer isso por você, e não por ele. Porque você precisa estar pronta para dar este passo na sua vida, e não no seu namoro. Se você estiver realmente nesta vibe não haverá arrependimentos. Tudo torna-se uma experiência boa.
Outra coisa importante é o cara certo. Você tem certeza que ama ele? E que ele te ama? Que ele merece isso de você? A primeira vez é algo muito especial na vida de uma mulher. Imagine-se daqui há uns 20 ou 30 anos, conversando sobre sexo com a sua filha. Você vai sentir que entregou sua virgindade para a pessoa certa? Isso independe de você ainda estar com ele ou não. Existem caras que, mesmo depois de terminar, nós sabemos que ele era a pessoa certa. Não para ficar conosco pelo resto de nossas vidas, mas pelo menos para viver aquele momento único com a gente.
Respeito é muito importante nessa hora. É muito importante que o cara te respeite acima de tudo e não te pressione a absolutamente nada. Vai por mim, se ele te ama mesmo vai conseguir esperar. Porém, o mais importante de tudo é o seu respeito por você mesma. Se você não se respeitar, como poderá exigir respeito dele? Respeite o seu corpo, respeite o seu tempo. Não faça nada se você não tiver certeza, se tiver dúvidas ou medo. Não faça nada se ele não for a pessoa certa ou se ele ficar insistindo. Esta decisão precisa partir de você. E ai, quando você tiver certeza absoluta de que está realmente pronta para isso, compre uma lingerie bem bonita, encha o quarto de flores, chame ele e não esqueça da dica mais importante que eu posso te dar: camisinha!


Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.

14 de abr. de 2013

No Divã: Acredite nos seus sonhos



               Hoje tive vontade de escrever sobre isso, sonhos. É que tanta coisa boa tem acontecido comigo em 2013 que eu não pude deixar de parar para refletir sobre isso. Sabe aquele sonho mais miraculoso que você tem, mas pelo fato de ser tão complexo e difícil de se realizar você acaba deixando ele pra lá? Escondendo de todo mundo essa vontade? Tentando esquecê-la para não se frustrar? Eu também fazia isso. Sempre tive um monte de sonhos mas nunca acreditei que nenhum deles pudesse um dia realmente tornar realidade. Mas fazendo uma retrospectiva eu percebo... não é que se tornou?


                Meu primeiro grande sonho eu tinha guardado desde 2006. Eu sou fã de RBD, e o meu preferido da banda era Christopher. Eu sonhava em poder conhece-lo, abraça-lo, mas por ele morar no México eu achava que isso seria impossível, que seria um dos sonhos que eu jamais realizaria. Em 2009 não só o conheci como também tirei fotos com ele. Acontece que ele fez um show perto de onde moro e o ingresso vip dava direito a passar alguns segundo ao lado dele. Era caríssimo, mas por saber que este era meu sonho, meus pais se esforçaram e pagaram para que eu fosse lá e realizasse.

                Este foi apenas o primeiro. Outro sonho que eu tenho desde muito tempo era de um dia morar sozinha, mas até meses atrás eu acreditava ser impossível, pois meus pais além de não poderem bancar, nunca me deixariam morar sozinha. Minha família é muito tradicionalista, coisas como a filha adolescente morar sozinha estavam fora de cogitação. E bom, faz uma semana que eu me mudei para o meu apartamento, e estou sim morando sozinha. Foi tão surreal quando isso aconteceu, sabe? Meus pais perceberam que esta seria a única maneira de eu cursar minha faculdade aqui na capital (eles moram no interior), se apertaram financeiramente e emocionalmente e permitiram que eu viesse morar sozinha.

                Outro grande sonho que sempre tive era fazer intercâmbio. Morar em outro país, conhecer gente nova, cultura nova, língua nova... impossível! Já olharam os preços de pacotes de intercâmbio nas agências? Nem se meus pais vendessem o carro teriam condições de pagar para mim. Mas então eu descubro que o governo doou várias bolsas de intercâmbio para a minha universidade, e de uma hora pra outra esse meu sonho passa a ser possível. Já me inscrevi para fazer a prova de seleção, estou matriculada em um curso de inglês online e vou começar a batalhar para que mais este sonho se realize. E sei que vai acontecer, daqui a um ano ou dois, mas vai acontecer. Estou caminhando para isso.

                O ponto em que quero chegar é que, por mais inacreditável que parecesse, na época em que comecei a sonhar, que estes sonhos tornassem realidade, hoje eles já estão ao meu alcance. E eu não precisei ganhar na mega sena sem fazer nada extraordinário para conseguir tudo isso. Apenas acreditei nos meus sonhos. Acreditei neles, acreditei que eu poderia torna-los realidade. E ai parece que todo o universo se mobilizou e fez a sua parte, conspirando ao meu favor. As coisas foram acontecendo naturalmente, sabe? Quando eu me dei conta aquele meu sonho estava tão perto que eu podia tocá-lo.

Por isso eu quero deixar essa mensagem a você. É você mesma que está lendo isso agora: não desista dos seus sonhos. Acredite! Lute! Corra atrás! Mas nunca desista. Nunca jogue um sonho fora por achar-se incapaz ou por achar que simplesmente isso é impossível de acontecer. Deixa eu te contar um segredo: pra Deus nada é impossível. E Deus é bom, Ele nunca colocaria em seu coração um desejo que nunca pudesse ser cumprido. Acredite. Sonhe.


Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.


14 de fev. de 2013

No divã: Como superar o primeiro amor?


          “O primeiro amor a gente nunca esquece”. Quem nunca estremeceu ao ouvir essa frase e pensou “droga, vou lembrar desse idiota para sempre”? Existem alguns ditados populares que são verdadeiros, mas eu particularmente não acredito nesse. Realmente, eu nunca esqueci meu primeiro amor. Mas também nunca esqueci o segundo, o terceiro, o quarto... Para mim, cada amor é inesquecível. Cada um com sua particularidade acaba formando a história da nossa vida, e coisas assim a gente simplesmente não esquece.
         Meu namorado detesta isso, mas eu ainda tenho guardadas as cartas que recebi do meu ex. Não consigo jogá-las fora, não porque eu ainda tenho algum sentimento por ele – longe disso! – mas sim porque aquelas cartas contam um pedacinho da minha história. Seja ela boa ou ruim, me ajudou a amadurecer, a me fortalecer. Reler me lembra momentos felizes da minha vida que ajudaram a construir a pessoa que sou hoje.
          Então, se você quer superar seu primeiro amor tem que botar na cabeça primeiro uma coisa: acabou! Mas isso não é motivo para você querer apagar isso, arrancar essa página da sua vida. Lembre que é com os erros que nós aprendemos, e é de relacionamentos que não dão certo que você pode tirar aprendizagens para fazer o próximo dar certo.
          Não fique ouvindo Adele e chorando trancada no seu quarto até pra sempre. Concordo que essa fase do pós-relacionamento é extremamente importante, mas um dia ela tem que parar. Um dia você terá que acordar e simplesmente não sentir mais vontade de chorar. Levantar o rosto e seguir seu dia, seguir sua vida. Evite pensar nele, no motivo do termino e em coisas tristes. Se foque mais nas coisas boas. Não estou dizendo que ao invés de lembrar das brigas você deve lembrar dos beijos. Estou dizendo para você tentar olhar a situação por outro ângulo. Tentar tirar coisas boas de um acontecimento ruim. Por exemplo, se ele nunca tivesse te traído, como você iria aprender a stalkear alguém? E se ele não tivesse sido grosso com você, como você aprenderia a lidar com isso no seu próximo relacionamento? Se vocês não tivessem terminado, como você iria conhecer o seu segundo amor?
          Tudo na vida é aprendizagem. Foi bom enquanto durou, mas infelizmente acabou. Agora você precisa parar de olhar o facebook dele e superar. E a palavra superar não significa apagar esses dias da sua memória. Significa sorrir e seguir em frente. Juntar na sua bagagem um monte de lembranças de dias felizes e um monte de aprendizagens dos dias tristes e se preparar para novos amores. A vida é feita de autos e baixos, começos e fins. É um ciclo vicioso. Mas só cabe a você tirar nesses fins a coragem para recomeçar.

Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.

30 de jan. de 2013

No divã: Melhores amigas à distância



O avanço da tecnologia trouxe junto consigo um mundo globalizado onde os meios de comunicação são capazes de ligar qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. E, graças a isso, é possível para tantas pessoas manter uma amizade ou até mesmo um relacionamento à distância. Seja porque vocês se conheceram pela internet ou porque uma teve que se mudar para longe; não importa. As redes sociais, o telefone, o e-mail, o Skype... tudo isso ajuda que a distância não atrapalhe a amizade, em nada.

Então você vem me dizer “mas eu tinha uma amiga virtual e com o tempo nós nos distanciamos”. É, eu também tive. Muitas, aliás. Mas eu tive um único exemplo de amizade à distância em minha vida que deu certo – e ainda dura até hoje! – que me faz acreditar que é possível sim manter a amizade inalterada apesar da distância. Mas isso vai depender unicamente da sua vontade e claro, do seu empenho para que isso aconteça.

Porque claro, no começo é tudo muito legal, vocês se falam todos os dias e sentem-se mais próximas do que de pessoas que vocês convivem diariamente na sua casa ou na sua escola. Só que ai com o tempo a gente tende a se acomodar, e as conversas diárias passam a acontecer dia sim, dia não. Depois pulam para um intervalo de dois ou três dias. Quando menos percebemos só temos tempo de conversar nos finais de semana, e vamos começando a deixar de compartilhar algumas coisas... ai pronto, você pisca o olho e quando o abre percebe que vocês já estão afastadas, que a amizade não é mais a mesma. Pode até conversar e tentar voltar ao que era antes, mas isso mais parece um ciclo vicioso.

E então, a solução é não deixar chegar a este ponto. Se você quer manter uma amizade à distância e pretende fazer com que ela dure a vida toda, é essencial alimentá-la todos os dias, caso contrário ela irá morrendo aos poucos. Por isso tente arrumar um tempo – mesmo que seja apenas 5 minutos – para falar com sua amiga todos os dias, perguntar se ela está bem, contar o que aconteceu no seu dia. Não deixe de atualizá-la acerca das coisas que acontecem em sua vida, desde coisas grandes até coisas pequenas. E em um fim de semana que você não for sair com seus amigos ou namorado, não há nada melhor do que ligar para sua amiga – ou conversar por Skype – e passar pelo menos duas horas rindo e fofocando. Pequenas SMS’s durante o dia também podem ajudar a deixar vocês sempre conectadas e por dentro da vida uma da outra. Mesmo que seja para falar besteiras como “Tô com sono, não aguento mais essa aula” ou coisas importantes “Minha menstruação chegou, não estou grávida!!!!”

E vocês podem até achar que essa fase já passou, mas lembra dos depoimentos que vocês mandavam uma para a outra no Orkut dizendo o quanto se amam e o quanto uma é especial para a outra? Por que pararam? Mesmo que não usem mais o Orkut, não devem parar de demonstrar SEMPRE a importância da sua amiga na sua vida. Seja marcando ela em uma mensagem de amizade no seu facebook ou até mesmo de vez em quanto deixando um inbox dizendo “eu te amo, bitch”. O importante é mostrar que você está ai, sempre por perto, mesmo que distante.


Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.


23 de jan. de 2013

No divã: Vou me mudar!



Vivi até meus dezesseis anos em uma cidadezinha no interior de Pernambuco chamada Vertentes. Mas, um belo dia, meus pais decidem se mudar para uma cidade maior aonde eu e meu irmão teríamos acesso a um colégio melhor. E o meu drama foi o mesmo que o da maioria das pessoas que passa por esta situação.
Eu não queria ir embora e deixar minha casa, minha família (avós, tios, primos), minhas amigas... meu namorado! Pensar em ter que ir para um lugar bem longe de todas as pessoas que você ama é desesperador, e eu entendo isso por experiência própria. Mas quando não há saída, o que nos resta fazer é descobrir a melhor maneira de lidar com tudo isso.
A melhor maneira que eu achei foi de tentar trazer comigo um pedacinho de tudo o que eu amava naquela cidade. Tirei fotos em meus lugares preferidos, guardei cartas e objetos que lembravam meus amigos de infância e meu namorado, peguei até uma rosa da minha roseira que havia plantada no jardim e deixei que ela secasse para guarda-la. Ainda está lá na minha caixinha de lembranças até hoje, trazendo recordações da minha antiga casa.
A despedida do meu quarto foi a mais difícil de todas. Por mais que você leve todos os seus móveis e os organize exatamente da mesma forma que estavam no quarto antigo... nunca é a mesma coisa. Parece que as paredes têm uma energia diferente, e você se sente em um lugar diferente. De repente bateu em mim aquela nostalgia, e quando eu olhei as paredes vazias daquele quarto que me acompanhou durante minha infância e adolescência, eu comecei a chorar.
Ah, se aquelas paredes falassem! Contariam histórias maravilhosas sobre nossas danças em frente ao espelho, sobre como temos que tirar todas as roupas do guarda roupa para escolher o que vestir na festa, ou até mesmo aquele dia em que passamos a noite inteira acordadas chorando por causa de uma desilusão amorosa. O dia que caiu o nosso primeiro dente, a surpresa da nossa primeira menstruação, a primeira festa de pijama... talvez até outras primeiras coisas.
Sim, naquelas paredes está a nossa história, mas elas também estão dentro de nossa cabeça, e essa não tem jeito, teremos que levar conosco para onde formos. Então encare isso como uma evolução. Você não está jogando fora suas lembranças, está seguindo em frente com a sua vida. Deixando para trás as coisas do seu passado, que foram incríveis e ajudaram a construir você, mas que hoje são apenas isso, passado. Recordações em sua cabeça. O que resta é ir atrás de novas paredes para deixarmos impregnadas nelas os novos capítulos de nossa história.

Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.

15 de jan. de 2013

No Divã: Estou afim do melhor amigo do meu ex



É, assuntos do coração são mesmo difíceis e disso ninguém duvida. E nessas horas começamos a nos perguntar “Por que, entre tantos caras que existem no mundo, tinha que ser logo ele?”. Mas é óbvio que você nunca obterá a resposta. O coração possui mistérios indecifráveis, e quanto mais você tenta entende-lo, mais fraca sua sanidade fica.
Bom, se você está a fim do cara mas ele não demonstra interesse em você, eu sugiro que você não insista muito. Se ele está se fazendo de difícil, provavelmente é porque não está disposto a colocar a amizade em risco por causa de você. E acredite ou não, muitos homens levam a sério aquela história de “mulher de amigo meu pra mim é homem”. Durante todo o tempo que você e seu ex estiveram juntos ele pode ter associado você à imagem de uma irmã ou familiar, alguém por quem ele jamais passaria a sentir desejos.
Mas, se o cara também está interessado em você, ou até mesmo estiver dando em cima descaradamente, existe uma série de coisas que você deve ponderar antes de se entregar a esse romance:
·         Você ainda ama seu ex ou tem esperança de voltar com ele? Porque se for assim fique bem longe do amigo ou então você perderá todas as chances.
·         Se eles têm uma amizade muito forte e verdadeira, daquelas de infância, pense bem se vale a pena você colocá-la em risco. Mesmo que o seu ex a tenha feito sofrer, não vale a pena destruir uma amizade assim.
·         Preste atenção no comportamento dele e tente descobrir suas verdadeiras intenções. Às vezes pode existir uma rixa entre eles e o amigo só que te usar pra fazer ciúmes ao seu ex.
·         Lembre-se que as pessoas só se tornam amigos de outras pessoas com quem têm algo em comum. Sendo assim, talvez aquela característica do seu ex que você detesta (e que talvez tenha sido responsável pelo rompimento) também esteja presente nos amigos dele. Fique ligada para evitar futuras decepções.
·         Se o seu ex ainda te ama – daqueles que liga bêbado pedindo pra voltar – então evite ficar com o amigo para não machuca-lo. E se a vontade for irresistível, tentem ficar escondidos por um tempo até ele te superar, e ai vocês contam a verdade.
·         Lembre-se que, se você começar um relacionamento com o amigo o seu ex, terá que conviver com o ciclo de amizades dele e será obrigada a ver seu ex o tempo inteiro – até mesmo nas festas quando ele estiver ficando com outras meninas. Aguenta isso?


Depois de pensar bem a respeito de tudo isso e decidir que vale a pena investir no gato, então boa sorte! E se você perceber que não dá certo e é melhor deixar ele pra lá, não desanime! No mundo existe mais bilhões de rapazes esperando para te conhecer, talvez sua alma gêmea já esteja por ai te procurando.

Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.

5 de jan. de 2013

No Divã: Vida saudável



Ok, a maioria de vocês pode achar uma chatice ter que se preocupar em manter um estilo de vida saudável. Eu também achava. E minha mãe vivia me orientando a não levar o estilo de vida que eu tenho, mas eu sempre pensava “vou deixar pra me preocupar com vida saudável depois dos 30”. E só agora eu vejo como eu fui idiota o tempo inteiro e percebo o grande problema que eu criei em minha vida.

Sempre tive uma alimentação saudável em minha casa, rica em frutas e verduras e sem muitas besteiras como biscoitos, doces, frituras. Mas sempre que eu saia de casa e ia para uma lanchonete eu não resistia em devorar várias coxinhas, pizzas e latas de refrigerante. Além disso, eu tenho uma vida extremamente sedentária, pois eu passo a maior parte do dia deitada com o notebook no colo. Durante toda a minha infância e adolescência eu repudiei exercícios físicos. Matava as aulas de educação física na escola, fazia de tudo pra caminhar o mínimo possível, e só de ouvir alguém falar em academia eu já fazia careta. E eu sabia que tudo isso era errado, mas acreditava que os problemas viriam beeeem futuramente. Eu acreditava que no momento poderia continuar a viver essa minha vida de adolescente preguiçosa sem problema algum.

Entretanto, em plenos 18 anos de idade eu descobri que hábitos não saudáveis causam mais problemas do que eu imaginava, inclusive em pessoas jovens. E descobri da pior maneira possível. Depois de um ano de férias sem fazer absolutamente nada, as minhas aulas na faculdade começaram e eu simplesmente não aguento o ritmo. Acordo 6h, me arrumo e pego o ônibus. Em 15 minutos estou na faculdade, passo o resto do dia sentada assistindo aula, volto pra casa por volta às 16h e chego completamente acabada. Indisposta, como se tivesse passado o dia inteiro correndo e pulando. Sinto meu corpo inteiro doer, já tenho um problema sério de coluna (que só piora enquanto os meses passam), não tenho mais forças para estudar nada em casa e nem mesmo para ficar no computador ou assistindo televisão. Às 19h já estou dormindo, como se fizessem 5 dias que eu não dormia as horas necessárias. E o pior de tudo é que essa indisposição física acaba interferindo no meu emocional também. Eu fico estressada, nervosa, cansada, com sono acumulado, com dificuldade de concentração e sentindo o tempo inteiro a sensação de que tudo o que eu estou fazendo está totalmente errado.

Minha rotina não está puxada ou cansativa para uma pessoa normal de 18 anos, mas para mim está. E eu percebi que preciso procurar vários médicos e mudar completamente o meu estilo de vida para poder continuar com essa rotina. Preciso ir a um nutricionista e passar a ter uma alimentação totalmente saudável, preciso deixar o sedentarismo de lado e fazer alguma atividade física. Já estou até pensando na possibilidade de praticar algum esporte ou entrar em uma academia – com uma dor no coração, pois odeio qualquer coisa que exija muito esforço físico.

Sei que é chato ouvir um relato tão grande assim sobre a minha vida, mas eu quis deixa-la como exemplo para que vocês entendam a importância de se ter uma vida saudável. Não amanhã ou daqui a 10 anos. Hoje. Agora! Para que um ia você não acorde indisposta e descubra o grande dano que causou ao seu corpo. Não faça como eu, não espere os problemas começarem a aparecer para você se cuidar. É muito melhor – e mais fácil – mudar seus hábitos aos poucos do que mudar radicalmente como eu serei obrigada a fazer daqui pra frente.



Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.


21 de out. de 2012

No Divã: Meus pais se separaram



Quando somos crianças, montamos em nossa cabeça a imagem de uma família perfeita. A nossa família. Com brigas aqui e acolá, mas com pessoas que se ama incondicionalmente. E à medida que crescemos esta imagem vem nos acompanhando, e por mais que vejamos gritaria e desentendimentos entre os nossos pais, é difícil imaginarmos que um dia eles irão decidir romper. Na nossa cabeça, brigas vem e vão, o que importa mesmo é a família, o amor, a união.
Mas na verdade, a vida a dois é bem mais complicada do que podemos imaginar. Com um tempo as coisas vão virando rotina e quando percebem já não existe mais aquele amor de antes. E sem o amor as pessoas começam a maximizar os defeitos dos outros, e eles começam a incomodar profundamente, o que leva a frequentes desentendimentos. E um dia a bomba estoura, eles decidem se separar.
Ok, você ama os seus pais e os quer juntos. Acredita que eles ainda se amam e que não podem destruir uma família, um lar, jogar fora uma vida inteira e todas as suas lindas concepções sobre a sua família. Mas você já parou pra pensar que, nesta situação atual, ambos estão sofrendo? Que talvez eles realmente tenham uma oportunidade melhor de serem felizes... sozinhos?
Eu sei que é difícil pensar assim, mas está na hora de se colocar um pouquinho no lugar deles, imaginar como deve ser difícil pra eles conviver em meio a tudo isso. A última coisa que qualquer pai quer é ver o filho sofrer, principalmente por causa de suas atitudes. Então se chegaram ao ponto de decidir se separar, com certeza já pensaram e repensaram isso milhões de vezes para terem certeza de que essa é realmente a coisa certa a se fazer, para que depois não percebam que fizeram os filhos sofrerem tanto por algo mal pensado.
Então, divórcio é difícil? Muito. Seu mundo pode até virar de cabeça para baixo, mas a única coisa que você pode fazer em relação a isso é seguir a sua vida, tentar se acostumar com a nova rotina da casa e o principal: apoiar seus pais em tudo. Mostrar que você não os amará menos por causa disso. Afinal de contas, os pais também sofrem muito com um divórcio. Precisam de você neste momento difícil, tanto quanto você precisa deles.
Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.


4 de out. de 2012

No Divã: Problemas com a amiga


Muitas vezes acontece de ficarmos sentadas olhando o tempo passar e as pessoas mudarem. Nós mesmas mudamos também. E quando percebemos, aquilo que conhecíamos já não é mais a mesma coisa. A realidade parece ter sofrido algumas alterações. Coisas do tipo são muito comuns de acontecer com amizades.

Pois é, chega a hora de admitir que a sua BFF desde a terceira série não é mais a mesma, e você também não. Com o tempo nós vamos crescendo, amadurecendo. Cada uma acaba se interessando por coisas diferentes, pessoas diferentes. E ai, muitas vezes acabam se afastando. Ou então vocês terminam o colégio e vão para faculdades diferentes, fazer cursos diferentes, começam a sair com pessoas diferentes...
E então, quando você percebe, aquela pessoa ainda é a sua melhor amiga na teoria, mas na prática não passa de uma colega. E isso muitas vezes entristece, pois mesmo estando afastadas vocês ainda possuem uma enorme afeição uma pela outra. Muitas vezes essa mudança chega a machucar, e ambas ficam sofrendo caladas, sem coragem de tentar mudar. E acabam deixando que o abismo entre as duas cresça mais ainda.
Bom, eu venho aqui falar como alguém que já teve muitas experiências desse tipo na vida – muitas mesmo! Uma verdadeira amiga é algo raro de encontrar hoje em dia. Fazer amigos novos é muito legal, mas um dia eles podem te decepcionar e você precisará daquele ombro que esteve lá a sua vida inteira. Aquele ombro que você sabe que pode confiar. Por isso acho que você não deve desistir da amizade. O que fazer então nesta situação? Tente construir uma ponte.
Chame sua amiga para conversar. Esclareça a situação, fale tudo o que você está sentindo. Como esse afastamento te deixa triste. Diga como você gostaria que fosse. Cite pontos em que ela precisa mudar, pergunte em quê você precisa mudar também. Essa é a melhor maneira de resolver os problemas. Assim como um namoro, o essencial em uma amizade é o diálogo. Tudo se resolve com uma boa conversa, sinceridades e algumas mudanças.
Lembre-se que cultivar novas amizades é algo incrível, mas regar todos os dias uma antiga amizade é algo que não tem preço ou descrição.

Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.

18 de set. de 2012

No divã: O que vou fazer no vestibular?



No ano passado eu estava cursando o terceiro ano do Ensino Médio e tive de enfrentar um dos maiores desafios de minha vida: o vestibular. Já havia alguns anos que eu sabia que queria cursar Psicologia e, por isso, não foi tão complicado assim, mas eu vivi de perto o drama de alguns amigos e colegas que simplesmente não sabiam qual curso escolher e viam os ponteiros do relógio anunciando que o tempo de escolha estava acabando.

A escolha do curso é algo muito importante, algo que provavelmente definirá como será sua vida dali em diante. Algo que irá determinar o seu futuro, sua condição financeira, sua vida. Eu sou daquelas adeptas da teoria de que não se deve escolher um curso pensando no seu possível salário, pois isso é muito relativo. Vejo muitos professores ganhando mais que muitos advogados, então escolher um curso que na teoria te daria uma melhor condição financeira não é exatamente uma garantia de que isso ocorrerá. 

Eu acredito que em todos os cursos – sem exceções – existem aqueles profissionais que ganham bem e aqueles que ganham mal, e o segredo disso está na qualidade o profissional. Se você amar sua profissão, vai fazer seu trabalho com muita dedicação e será recompensado por isso. Ao contrário, se você não gosta e considera o seu trabalho um “saco”, vai fazer as coisas com má vontade olhando o relógio a cada meia hora esperando terminar seu expediente, já viu que não chegará longe assim, não é?

Separei algumas dicas que eu mesma utilizei para escolher meu curso e espero que funcione com vocês assim como funcionou comigo.

  • Veja quais são suas matérias preferidas na escola e procure algum curso que as envolva. Se você odeia física, não faz sentido entrar em algum curso de engenharia, certo?
  • Quando você era criança e alguém lhe perguntava “o que você quer ser quando crescer?” você respondia o quê? Faça uma lista com todas as profissões que já se passaram por sua cabeça e veja os prós e contras de cada curso, tente ver se algum ainda lhe interessa.
  • Tente observar um pouco da sua personalidade, o que você gosta de fazer e o que não gosta. Exemplo, se você não gosta de ler, não deve fazer um curso como Direito ou Psicologia. Gosta de dançar? Pode então fazer cursos como Dança ou Educação Física. Hoje em dia existe uma diversidade de cursos enormes que te permitem misturar seu hobby com seu trabalho.
  •  Procure se informar sobre o curso que você está pensando em fazer. Pesquise sobre ele na internet, veja quais são as matérias específicas, quais as cadeiras que você terá que pagar, e o principal: converse com alguém que faz este curso. Pergunte o que ele gosta e o que ele não gosta, tire todas as suas dúvidas a respeito dos campos de atuação desta profissão.
  • Pare e pense um pouco no seu futuro. Pense em você estuando este curso, fazendo provas. Imagine-se daqui a 10 anos, trabalhando nisto para tornar-se independente, para sustentar sua família. Consegue se imaginar assim? Conseguiria trabalhar nisto até o dia de se aposentar? Se sim, então vá fundo e aposte nisso.


Depois de escolher o curso, não se esqueça de pesquisar sobre os assuntos que vão cair no seu vestibular, a nota mínima que você precisará para entrar e a concorrência do seu curso nos últimos anos. Agora é só se dedicar e estudar pra valer, que o resultado virá.



23 de ago. de 2012

No divã: True love




Durante a minha vida eu sempre me interroguei se era possível amar uma pessoa, depois não amar mais, depois amar outra... Sabe aquela frase “se acabou, é porque não era amor”? Passei horas e horas tentando bolar minha própria opinião sobre isso. Tentando descobrir se o que eu sentia por tal garoto era amor ou era algo parecido e que eu achava que era amor. E nunca cheguei a uma conclusão. Até conhecer meu namorado.

Não digo que foi amor à primeira vista, mas sim a primeira conversa por telefone. Nós já nos conhecíamos há anos, nos reencontramos, ficamos, e só depois foi que começamos a conversar e conhecer um ao outro... por telefone. E a partir daquele momento, escutando ele falar sobre ele, e falando sobre mim e escutando a reação dele... eu tive a certeza. Sim, encontrei meu amor verdadeiro. E foi só depois de começar a amá-lo, que eu por fim cheguei à minha teoria concluída:

Existe o amor, e o true love. Me inspiro na série Once Upona Time, que fala bastante desse tal de “true love”, que é a única coisa capaz de desfazer qualquer feitiço. A força mais poderosa do mundo. Isso é muito Disney, eu sei, mas eu acredito nisso profundamente. Acredito no poder do amor, no amor verdadeiro, e acredito que amamos diversas pessoas durante nossa vida até achar o nosso true love.

Sabe quando você está tão apaixonada que chega ao ponto de não conseguir mais olhar pra nenhum outro homem? Desejar mais ninguém? Ou quando você se sente inteiramente realizada? Completa? Como se não estivesse faltando mais nada? E quando você tem aquela certeza que se passará o resto de sua vida ao lado dessa pessoa? Não estou falando do clichê que toda namorada fala de “Ai, você é o amor da minha vida, sou a pessoa mais feliz do mundo, quero me casar com você e ficar contigo pra sempre”. Estou falando de sentimentos. De sentir que realmente é verdadeiro, que é para sempre.

E olha que eu nunca fui dessas garotas. Sou apaixonada pelos romances perfeitos que aparecem em filmes e livros, mas sempre tive os pés no chão. Acreditava que esse tipo de romance existe apenas nos livros e no cinema. Sempre que eu via alguém falando que tinha certeza que a pessoa era seu verdadeiro amor, eu debochava intimamente da pessoa e pensava “ela deve ter dito a mesma coisa com o último namorado”. Mas ai eu encontrei o meu amor verdadeiro, e as coisas mudaram. Eu comecei a sentir. Comecei a ter certeza. E finalmente entendi a lógica de tudo.

Entendi que não adianta você ficar por ai procurando seu true love, perdendo noites de sono imaginando se o garoto que você ama é a pessoa com quem você passará o resto de sua vida. Perguntando a si mesma, a cada novo namoro, se esse é o cara certo. E fazendo testes para descobrir! Chega, nada disso adianta! O amor verdadeiro existe sim, mas não adianta procurar por ele, perguntar-se se ele já chegou. Acredite, quando ele chegar, você saberá. Você terá a mesma certeza que eu tenho. Absoluta.


Se você tiver uma ideia ou sugestão de tema para o próximo post do No Divã, não deixe de comentar aqui e dar sua opinião, ou mandar um e-mail para o blog nos contando sua sugestão, sua história, suas dúvidas, seus problemas... Ficarei feliz em tentar ajudar.


15 de ago. de 2012

No Divã: Conhecendo a família do namorado

Olá leitoras lindas, estou aqui com meu primeiro post no TQL, que emoção!


Escolhi falar hoje sobre uma fase complicada em um namoro: conhecer a família. Quando fui conhecer a família do meu namorado, senti aquele frio na barriga. Fiquei envergonhada (“encabulada” como chamamos aqui no nordeste). Mesmo as pessoas mais simpáticas e extrovertidas, com nenhum problema de timidez, sentem-se um pouco desconfortáveis com essa situação. Por isso eu resolvi tentar dar algumas dicas de como encarar melhor este encontro :)

Dicas para a hora de conhecer a família:

  • Tente ficar calma, por mais que seja difícil. Pareça natural, não dê um sorriso muito exagerado, nem um fechado demais.
  • Segurar a mão do seu namorado, sentar-se perto dele ou olhar para ele quando estiver nervosa pode ajudar a acalmar o coração.
  • Não fique calada o tempo inteiro, apenas dizendo “obrigada” quando alguém disser que você é bonita. Faça elogios também.
  • Se estiver em um evento formal, é ótimo elogiar alguma peça de roupa ou acessório da mãe dele. Fará ela gostar de você logo de cara.
  • Se alguém lhe fizer perguntas, não responda apenas com “sim” ou “não”. Dê respostas amplas e mais explicadas, deixando abertura para que se inicie uma conversa em cima deste assunto.
  • Quando o assunto morrer aproveite para fazer perguntas sobre o passado do seu namorado. Ex: “Ele dava muito trabalho quando era criança?”.
  • Lembre-se que muitas mães são ciumentas e acham que você pretende roubar o filho dela. Então é importante ter atitudes que demonstrem que dá pra as duas dividirem sem o menor problema.
  • Um convite para um almoço de domingo na sua casa pode demonstrar que você gostou da família dele e que quer conviver mais com eles. 
  • Antes do encontro, pergunte ao seu namorado algumas coisas básicas sobre a família: o que gostam e não gostam, assim saberá o que deve falar e o que nem deverá mencionar. 
  • Se ele tiver alguma irmã com a idade próxima a sua, aproveite para fazer amizade com ela. Converse sobre colégio, garotos, música, coisas de garota. Convidar ela pra ir ao cinema é uma boa ideia, afinal, agradar a cunhada é tão importante quanto agradar a sogra.
  • E se ele tiver irmãos menores (crianças), brinque com eles de vez em quando, converse sobre desenhos animados e vale até dar brinquedos de presente para conquistar os pequenos.

Essas são as coisas que você pode fazer e que eu em minha vasta experiência de dois namorados acredito que podem influenciar a família dele gostar a de você. E se o lance for sério mesmo, a proximidade com a família é muito importante!
 
Aguarde meu próximo post na semana que vem e se tiver alguma dica de tema para eu falar aqui No Divã, é só deixar ai nos comentários que eu vou anotar a ideia.

Photobucket

8 de ago. de 2012

Nova colaboradora no TQL!

Estou muito feliz em anunciar uma super novidade aqui no blog, que nada mais é que mais pessoas para colaborar com os textos do The Queen Land. A primeira pessoa que eu fiz o convite foi a Anna, que eu conheço há uns 5 anos e já passamos por várias coisas nesse meio tempo.

Se interessou em fazer parte do blog? Manda um e-mail para tqueenland@gmail.com e estaremos entrando em contato em breve!

Então, vamos conhecer um pouco sobre ela?
Olá leitores lindos do The Queen Land! Eu sou Anna de Cássia, uma amiga de Nayla que também é Queen ~mas finge que não é só pra não magoar a amiga~. Tenho 18 anos e estudo Psicologia. Sempre adorei ouvir os problemas das pessoas, dar conselhos, entender o que se passa pela cabeça do ser humano, entender o que leva as pessoas a agirem de determinada maneira... compreender o ser humano como um todo. E por causa disso a Queen me convidou para escrever uma categoria nova aqui para o blog, sobre comportamento, Divã. Claro que eu adorei a ideia e aceitei de imediato né, porque além de ser uma super fã e a leitora número um do TQL, eu serei a psicóloga e conselheira real e isso me deixa muito feliz!


Falando um pouco mais sobre mim... 
Eu sou geminiana de 25 de maio, mas não acredito nos astros. Acredito em Deus. Segundo meu namorado, tenho rosto de 18, corpo de 20 e maturidade de 25. Meu maior vício é a internet, passo o dia e a noite navegando pelas redes sociais e por blogs. Sou também viciada em séries e atualmente assisto mais de 20! Minha preferida pra a vida inteira é Pretty Little Liars, mas entre as que me enlouquecem também estão Once Upon a Time, The Lying Game, Gossip Girl, Gilmore Girls e é claro, a série cujo protagonista é a minha alma gêmea e amor da minha vida, Kdabra. Sou fã de RBD. Fanática mesmo. Meu preferido é Christopher, mas tenho uma enorme simpatia também por Christian e Dulce. Aprecio um bom livro e, claro, sou fã de Harry Potter, tanto os livros quanto os filmes. Escrevo textos e romances desde os 14 anos e amo isso. Falo espanhol fluente, minha cor preferida é rosa, e trabalho como redatora na empresa Ihaa (sim, eu e Nayla somos colegas de trabalho haha). Minha segunda alma gêmea e segundo amor da minha vida se chama Bruno, meu namorado. Estamos juntos há apenas quatro meses mas eu já tenho a certeza de que sim, ele é a pessoa certa. Amo minha família, em especial minha cachorra chamada Candy, husky siberiano preta e branca com os olhos azuis, coisa mais linda do mundo. Odeio hipocrisia, falsidade, mentira, capitalismo e consumismo, sertanejo, samba, pagode, brega, forró estilizado e afins. Sou socialista, seguidora de Che Guevara e tudo mais. Odeio física e amo biologia, terminei o ensino médio no final do ano passado, e às vezes, quando algo me deixa triste, eu me tranco no quarto e choro até dormir. As bandas mais tocadas na minha playlist (além de RBD, claro) são sempre Coldplay, Lifehouse, Avril Lavigne, e todas as músicas do Glee Cast.
Então, acho que é isso. Já deu pra ter uma ideia de como sou, né? 

Fique ligado que em breve vai ter algum post aqui no blog com a minha coluna. E se você tem alguma sugestão de tema para esta categoria, fique à vontade para indicar.




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...